26 de dezembro de 2015

Voando Sem Asas


"Alguns encontram nos rostos das crianças
Alguns nos olhos de seus amantes
Quem pode negar a alegria que traz
Quando você acha aquela coisa especial
Você voa sem asas"






"Poesia é voar fora da asa."
Manoel de Barros

19 de novembro de 2015

Vamos falar de fotografia? {#aophotoaday}


No começo do ano eu fiz uma abinha nova no blog chamado #aophotoaday. É uma coluna sobre fotografia temática do blog da Fernanda, o Algumas Observações. Ela me convidou pra participar no comecinho desse projeto e esse ano a intenção era postar no blog todos os meses as minhas fotos. Mas eu tenho trabalhado muito e estudado mais ainda e não conseguia nem sequer postar as fotos no grupo do facebook. Então fiz um desafio a mim mesma de tentar conseguir fechar o mês de outubro todinho e postar aqui no blog. E eu consegui!!! \o/. Então vamos às fotos!


 1.  Outubro Rosa 
2.  Angelical 
3. É lindo 

4.  Poético 
5.  Dia a Dia: ligada nos detalhes leia-se poesia das coisas
6. Paciência: do Lenine 

7. Bem pequenas: são as oportunidades de ver o sol no meu quarto! 
Visita de beija-flor, diriam por aqui 

8. Escadas Guarulhenses 
9. É hoje: que eu estudei minha segunda matéria preferida!



10.  Eu não sei como consegui essa foto numa câmera simple

11. Folha e algumas gotas 
12.  Criança

13.  Artesanal: o inútil

14. Cabelo: O meu já foi vermelho. 

15.  Eu ensino os meus pequenos a fazer bagunça shuahsauhs 
16.  Par que funcionou super bem

17.  Em linha reta 
18. Muito antigo: a festa do congado. E com crianças, lindas e fofas e tocando nos ternos. 

19.  Talvez eu seja uma tia babona, mas só talvez! *___*

20.  Porta-retrato feio + tinta + figura linda = meu quadrinho preferido 
21.  Tranquilidade: nesses olhos lindos!
22.  Eu deixo esse palhaço me fazer de boba as vezes! 

23.  Daqui eu vejo muito mais do que ruínas. 
24.  Beijo = essa flor por aqui é chamada de beijo 
25.  Magnífico: o simples. Ele me transborda

26.  Agora eu sei como é lindo o por do sol em Guarulhos

27.  Pontos: meus três pontos infinitos que carregam minha finitude #aophotoaday #AlgumasObservações

28.  Não [Faz sentido] pra ninguém mas eu gosto de fotografar a arquitetura fria dos túmulos antigos com as flores no dia de finados. 

29.  Está no livro a estória de aventura que meu sobrinho de 10 anos escreveu sozinho. 

30.  Dia lindo: tá nos olhos de quem vê

31.  É {Halloween} no meu caderno porque eu perdi a caneta preta 
e ele resolveu se vestir de vampiro azul. 


Ufa! Terminou! Meta cumprida! ;) 
Espero que gostem!


2 de outubro de 2015

{Post número 100} Um toque na vida e uma Carta aos meus avós






A vida é como uma introdução em nota grave de piano
Sutilmente começa e gravemente nos marca.
Até onde pude andei e quando não pude
as palavras costuraram meu caminho
Sem ser luz nem chão, mas sendo vida
Vida com reticências
Cheia de infinitos e outros significados
E ainda caminho tendo ao toque
a vivacidade das experiências
Toca mais piano
Ainda não estou pronta pra parar de ouvi-lo.






Transportas contigo o teu pequeno casulo de interesses. 
E, no entanto, tens os olhos claros e és alegre. 
O teu riso é como um foguete de cores.”
José Saramago



30 de setembro de 2015

Daquilo que aprendi com a vida*




Autor Desconhecido



   Quando eu descobri que eu queria mesmo escrever, que meu primeiro poema não era só um experimento, eu decidi colocar datas em tudo o que eu escrevia. Eu dizia, e isso era a simples e total verdade até pouco tempo, que eu queria que as pessoas pudessem de alguma maneira encontrá-los, e tê-los como um facilitador de suas vidas como a literatura tem sido pra mim. Meus escritos seriam meu diário lírico, porque o lirismo torna a dor mais bonita. 
    Hoje já penso um pouco diferente. Me servem pra saber como me sentia em determinada época, talvez seja pra me encontrar no final das contas, caso eu me perca no caminho.O que não mudou foi a imagem que tenho deles (os poemas), as palavras foram usadas para dar vida aos meus sentimentos, porque pra mim, enquanto não os expressassem através da fala ou da escrita, eles nunca se tornariam verdadeiros. Muitas vezes não consegui dizer o que pensava, mas nos meus textos minhas verdades criaram vida. É como o processo de gerar uma criança. Meus textos são minhas crianças. Dou a luz às minhas verdades. Nesse processo, quem nasceu foi eu. Olho pro meu primeiro poema e me imagino um feto. 
   Eu folheio meu caderno de poemas, e vejo como minhas palavras foram importantes para o meu amadurecendo como pessoa e como escritora. Eu não sei o que eu aprendi com a vida, sei que senti a vida e dei vida ao que sentia. 
   Todos meus poemas são fotografias na minha mente e sinto dizer que fui desperta pelo príncipe das palavras com um delicado e amoroso beijo.


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*Esse texto faz parte do Projeto Escrita Criativa

26 de agosto de 2015

O Cego Estrelinho

O cego Estrelinho era pessoa de nenhuma vez: sua história poderia ser contada e descontada não fosse seu guia, Gigito Efraim. A mão de Gigito conduziu o desvistado por tempos e idades. Aquela mão era repartidamente comum, extensão de um no outro, siamensal.

E assim era quase de nascença. Memória de Estrelinho tinha cinco dedos e eram os de Gigito postos, em aperto, na sua própria mão.
O cego, curioso, queria saber de tudo. Ele não fazia cerimônia no viver. O sempre lhe era pouco e o tudo insuficiente. Dizia, deste modo:

- Tenho que viver já, senão esqueço-me.

Gigitinho, porém, o que descrevia era o que não havia. O mundo que ele minuciava eram fantasias e rendilhados. A imaginação do guia era mais profícua que papaeira. O cego enchia a boca de águas:

- Que maravilhação esse mundo. Me conte tudo, Gigito!

A mão do guia era, afinal, o manuscrito da mentira. Gigito Efraim estava como nunca esteve S. Tomé: via para não crer. O condutor falava pela ponta dos dedos. Desfolhava o universo, aberto em folhas. A ideação dele era tal que mesmo o cego, por vezes, acreditava ver. O outro lhe encorajava esses breves enganos:

- Desbengale-se, você está escolhendo a boa procedência!

Mentira: Estrelinho continuava sem ver uma palmeira à frente do nariz. Contudo, o cego não se conformava em suas escurezas. Ele cumpria o ditado: não tinha perna e queria dar o pontapé. Só à noite, ele desalentava, sofrendo medos mais antigos que a humanidade. Entendia aquilo que, na raça humana, é menos primitivo: o animal.

- Na noite aflige não haver luz?

- Aflição é ter um pássaro branco esvoando dentro do sono.

Pássaro branco? No sono? Lugar de ave é nas alturas. Dizem até que Deus fez o céu para justificar os pássaros. Estrelinho disfarçava o medo dos vaticínios, subterfugindo:

- E agora, Gigitinho? Agora, olhando assim para cima, estou face ao céu?

Que podia o outro responder? O céu do cego fica em toda a parte. Estrelinho perdia o pé era quando a noite chegava e seu mestre adormecia. Era como se um novo escuro nele se estreasse em nó cego. Devagaroso e sorrateiro ele aninhava sua mão na mão do guia. Só assim adormecia. A razão da concha é a timidez da amêijoa? Na manhã seguinte, o cego lhe confessava: se você morrer, tenho que morrer logo no imediato. Senão-me: como acerto o caminho para o céu?

Foi no mês de Dezembro que levaram Gigitinho. Lhe tiraram do mundo para pôr na guerra: obrigavam os serviços militares. O cego reclamou: que o moço inatingia a idade: E que o serviço que ele a si prestava era vital e vitalício. O guia chamou Estrelinho à parte e lhe tranquilizou:

- Não vai ficar sozinhando por aí. Minha mana já mandei para ficar no meu lugar.

O cego estendeu o braço a querer tocar uma despedida. Mas o outro já não estava lá. Ou estava e se desviara, propositado? E sem água ida nem vinda, Estrelinho escutou o amigo se afastar, engolido, espongínquo, inevisível. Pela primeira vez, Estrelinho se sentiu invalidado.

- Agora, só agora, sou cego que não vê.

No tempo que seguiu, o cego falou alto, sozinho como se inventasse a presença de seu amigo: escuta, meu irmão, escuta este silêncio. O erro da pessoa é pensar que os silêncios são todos iguais. Enquanto não: há distintas qualidades de silêncio. É assim o escuro, este nada apagado que estes meus olhos tocam: cada um é um, desbotado à sua maneira. Entende mano Gigito?

Mas a resposta de Gigito não veio, num silêncio que foi seguindo, esse sim, repetido e igual. Desamimado, Estrelinho ficou presenciando inimagens, seus olhos no centro de manchas e ínvias lácteas. Aquela era uma desluada noite, tinturosa de enorme. Pitosgando, o cego captava o escuro em vagas, despedaços. O mundo lhe magoava a desemparelhada mão. A solidão lhe doía como torcicolo em pescoço de girafa. E lembrou palavras do seu guia:

- Sozinha e triste é a remela em olho de cego.

Com medo da noite foi andando, aos tropeços. Os dedos teatrais interpretavam ser olhos. Teimoso como um pêndulo foi escolhendo caminho. Tropeçando, empecilhando, acabou caído numa berma. Ali adormeceu, seus sonhos ziguezagueram à procura da mão de Gigitinho.

Então ele, pela primeira vez, viu a garça. Tal igual como descrevera Gigitinho: a ave tresvoada, branca de amanhecer. Latejando as asas, como se o corpo não ocupasse lugar nenhum.

De aflição, ele desviou o vazado olhar. Aquilo era visão de chamar desgraças. Quando a si regressou lhe parecia conhecer o lugar onde tombara. Como diria Gigito: era ali que as cobras vinham recarregar os venenos. Mas nem força ele colectou para se afastar.

Ficou naquela berma, como um lenço de enrodilhada tristeza, desses que tombam nas despedidas. Até que o toque tímido de uma mão lhe despertou os ombros.

- Sou irmã de Gigito. Me chamo Infelizmina.

Desde então, a menina passou a conduzir o cego. Fazia-o com discrição e silêncios. E era como se Estrelinho, por segunda vez, perdesse a visão. Porque a miúda não tinha nenhuma sabedoria de inventar. Ela descrevia os tintins da paisagem, com senso e realidade. Aquele mundo a que o cego se habituara agora se desiluminava. Estrelinho perdia os brilhos da fantasia. Deixou de comer, deixou de pedir, deixou de queixar. Fraco, ele careceu que ela o amparasse já não apenas de mão mas de corpo inteiro. De cada vez, ela puxava o cego de encontro a si. Ele foi sentindo a redondura dos seios dela, a mão dele já não procurava só outra mão. Até que Estrelinho aceitou, enfim, o convite do desejo.
Nessa noite, por primeira vez, ele fez amor, embevencido. Num instante, regressaram as lições de Gigito. O pouco se fazia tudo e o instante transbordava eternidades. Sua cabeça andorinhava e ele guiava o coração como voo de morcego: por eco da paixão. Pela primeira vez, o cego sentiu sem aflição o sono chegar. E adormeceu enroscado nela, seu corpo imitando dedos solvidos em outra mão.

A meio da noite, porém, Infelizmina acordou, sobreassaltada. Tinha visto a garça branca, em seu sonho. O cego sentiu o baque, tivessem asas embatido no seu peito. Mas, fingiu sossego e serenou a moça. Infelizmina voltou ao leito, sonoitada.

De manhã chega a notícia: Gigito morrera. O mensageiro foi breve como deve um militar. A mensagem ficou, em infinita ressonância, como devem as feridas da guerra. Estranhou-se o seguinte: o cego reagiu sem choque, parecia ele já sabendo daquela perca. A moça, essa, deixou de falar, órfã de seu irmão. A partir dessa morte ela só tristonhava, definhada. E assim ficou, sem competência para reviver. Até que a ela se chegou o cego e lhe conduziu para a varanda da casa. Então iniciou de descrever o mundo, indo além dos vários firmamentos. Aos poucos foi despontando um sorriso: a menina se sarava da alma. Estrelinho miraginava terras e territórios. Sim, a moça, se concordava. Tinha sido em tais paisagens que ela dormira antes de ter nascido. Olhava aquele homem e pensava: ele esteve em meus braços antes da minha actual vida.

E quando já havia desenvencilhado da tristeza ela lhe arriscou de perguntar:

- Isso tudo, Estrelinho? Isso tudo existe aonde?

E o cego, em decisão de passo e estrada, lhe respondeu:

- Venha, eu vou-lhe mostrar o caminho!
Mia Couto





3 de julho de 2015

Sobre o Medo de Voar


"Amar é ter um pássaro pousado no dedo. 
Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, 
a qualquer momento, ele pode voar”

Rubem Alves




30 de junho de 2015

O dia em que encontrei um livro de poesia no ônibus*



Fonte: Tumblr


        Cheguei atrasada e com frio no ponto de ônibus. Na pressa de sair esqueci o celular e o casaco que havia separado pra ir pro trabalho. O dia estava cinza e pairava no ar algo triste, típico de um dia nublado. Assim que entrei no ônibus, meio sonolenta escolhi um assento perto da janela e ao me recostar percebi algo entre o assento e a janela do ônibus. Era uma espécie de caderno feito à mão. Suas folhas pardas eram costuradas com uma linha fina na cor azul. Na sua capa um desenho simples, aparentemente colegial, de uma criança com uma pipa na mão. Aos pés da criança estava escrito numa letra trêmula “Livro de Poesia”. Passei a ponta dos dedos sobre as letras e senti a profundidade das palavras escritas com a força de quem está aprendendo desenhar palavras.
         Abri a primeira folha e encontrei um pequeno texto com a provável intenção de prefácio. Li-o.

“Me encontraste. 
Me olhaste. 
Antes de continuar, 
desarma-te de tudo o que é mundano. 
Não deixa que ele te impeça de seguir(-me) adiante. 
O que vais encontrar? 
De tudo (que vivi) um pouco (de respiro*).

*respiro= cansei da palavra sentimento. Parece ter se tornado banal.”

          Respirei profundamente, já assustada com intensidade das palavras e de como elas me pegaram desprevenida. 
         A partir de então, com o passar das folhas, conheci relatos sobre uma vida laboriosa e humilde, de fé e de muitos enfrentamentos, descrito em poemas simples. Em um ou outro ainda podia se encontrar alguns rabiscos mostrando que ali também houve enfrentamentos de palavras. Cada palavra tinha um impacto profundo sobre mim. Ao fim encontrei um ultimo texto:

“Caminhaste ao meu lado, dividindo comigo o peso da existência.
Agora, carrega-me contigo aonde fores
para que contigo eu possa dividir o peso do viver e do respirar.
Ainda não sabes quem sou,
se homem ou mulher,
mais importa é saber que contigo estarei a partir de agora
em forma de palavras e de respiro.
Solta pipa
Respira, criança.
Vive.

        Uma lágrima caiu e rapidamente limpei-a. Meu ponto estava mais a frente e parecia que havia viajado outros tempos e galáxias. 
         Meu avô, escritor desde muito jovem, disse-me  antes de começar a ler a estória que viria a ser a minha preferida: “Se prepara que depois dessa estória você não será mais a mesma, menina. Se prepara.” Eu não entendia porque ele sempre insistia em dizer isso, mesmo repetindo a estória quase todas as noites. Então perguntei-o: “Avô, porque sempre me diz pra eu estar preparada pra essa estória se sempre a lê pra mim. Não tem como me mudar mais. Já a sei de cor.” Então meu avô respondeu: “ Se prepara, um dia você entenderá”. 
           Eu entendi.



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* Este texto faz parte do Projeto Escrita Criativa

29 de junho de 2015

[Tag] 15 Coisas Estranhas Sobre Mim

A Leidiane, do blog O Castelo de Vidro pediu leia-se mandou encarecidamente que respondesse as perguntas da tag 15 Coisas Estranhas Sobre Mim. Então vamos lá: parafraseando Mickey Mouse



1. Qual apelido que apenas sua família te chama?
É o mesmo que boa parte das pessoas do meu convívio me chamam, Lu. Minha mãe me chamava de quiabin' das pontas quando eu era criança. Hoje as vezes ela me chama  de PriLu as vezes de LuPri, mas o que importa é ter saúde e amor no coração hsuahs

2. Qual hábito estranho você tem?
Quando minha mãe lava os copos e eu quero beber água eu tenho nojo de pegar nos copos molhados, mesmo estando limpos. De uma hora pra outra apareci com isso, mesmo não sendo de ter frescuras.

3. Você tem alguma fobia estranha?
Eu não sei se chega a ser fobia, mas tenho medo horrível de sapo, do tipo ficar tremendo e assustada por horas. 

4. Qual música você canta em voz alta?
Todas do Tiziano Ferro. Semana passada mesmo eu estava pra baixo o suficiente pra não querer conversar, mas não conseguia ficar sem cantar as musicas do Tiziano hsuahsuash eu não tenho um pingo de vergonha na cara, eu sei.

5. Qual mania dos outros mais te irrita?
Além da mania que as pessoas têm de se meterem onde não são chamadas (odeio gente curiosa), os tiques na mão da minha mãe às vezes me irrita porque quando ela está com as mãos encostadas em mim e acaba fazendo cócegas. haha

6. Quando você está nervosa, qual hábito você pratica?
Eu não gosto de conversar com ninguém (porque eu costumo cuspir maribondos) e ouço música. Quando estou nervosa de ansiosa não existe livro no mundo que me distraia, então eu tenho que assistir TV ou ver algum filme na internet pra poder me distrair.

7. Qual lado da cama você dorme?
Bom, minha cama é de solteiro. Mas quando meu quarto está muito frio (ele costuma ser um iglu) aí durmo no lado esquerdo da cama da minha mãe. O engraçado é que na cama da minha mãe eu não consigo dormir do lado direito e eu odeio coisas que ficam do lado esquerdo. Eu não faço um pingo de sentido.

8. Qual foi o seu primeiro bicho de pelúcia e qual o nome dele?
Eu tive alguns que ganhei juntos, mas só me lembro de um cachorro laranja, de veludo por fora, mas duro pra Ca&%$#. Ele não tinha nome.Eu adorava colocar ele do meu lado quando dormia, escorado em almofadas e quando estava muito frio não gostava de deixar ele descoberto mesmo sabendo que ele era só um bicho de pelúcia.

9. O que você sempre pede no Starbucks?
Eu nunca fui ao Starbucks. Mas está na minha lista pra minha próxima viagem.

10. Uma regra de beleza que você prega mas não pratica?
Se olhar no espelho e amar o que vê. Eu não gosto muito de me olhar no espelho. Mas tô tentando praticar.

11. Que lado você fica no chuveiro?
De frente pra torneira. Já tentei ficar de costa pra torneira mas me sinto como se estivesse nua em frente a uma platéia.

12. Você tem alguma habilidade estranha com seu corpo?
Não, porque derrubar e esbarrar em tudo não é habilidade. Habilidade seria o contrário.

13. Qual fast food você sempre come?
Eu não sou muito de comer fast food. Geralmente como quando vou em Sampa. Na ultima vez foi BK de Picanha e por enquanto esse é meu preferido hahaha e as batatas. Batata frita é sempre diva.

14. Qual frase de exclamação que você sempre fala?
Depende do susto hahaha na maioria é PQP! As vezes é Sênhoooorr! hsuahs

15. Na hora de dormir o que você realmente veste?
As vezes pijama, as vezes roupas que faço de pijama.


É isso. Eu não sou tããão estranha assim neh? hsuash
Bêjo

26 de junho de 2015

Fotografia: poesia provocativa


"Não quero muitas
E nem poucas palavras.
Não quero definições
E nem quero sentenças.
Quero apenas caminhar com sede
E ouvir-me silenciosamente,
Enquanto atravesso essa vida em tumulto,
Esse alarde,
Essa insana busca de tudo,
Para o nada que preciso.”
Aline Binns






24 de junho de 2015

[Tag] Liebster Awards


      Cheguei atrasada com esse post mas é que eu havia perdido o link e fiquei com vergonha de pedir pra Fernanda com medo dela me dar uns coques. =X
      Ele se trata da tag Liebster Award que recebi da Fernanda.


     Sobre as regras, tem tudo lá no blog oficial (em espanhol). Segue as respostas às perguntas da Fernanda.

1. Por que você decidiu fazer um blog?
Bom, no começo, eu dizia que queria deixar minha marca, fazer a minha parte. Mas hoje eu acho que o que eu queria era dizer algo, falar sobre o que eu penso pela melhor forma de me comunicar que encontrei até hoje que é a escrita. Acho que isso tem a ver com responsabilidade que é viver.
2. Quem você admira na blogsfera?
Eu admiro a Fernanda que me indicou. Além dos textos lindos e inspiradores, ela é engajada e persistente. Ela sempre tem alguma coisa pra dizer e posta sempre mesmo estando doente, ou cheia de trabalho. Eu não consigo postar com tanta freqüência, e me expressar tão bem quanto ela.
3. Em qual país gostaria de viver?
Itália. Amo o país e o idioma. e a culinária
4. Por que você acha que lhe indicaram ao Liebster Award?
Bom, não faço idéia. Talvez porque a Fernanda goste dele (o blog) ou o ache merecedor. O que importa é que fico sempre muito feliz quando lembram do meu bb.
5. Qual é o seu maior êxito?
Conseguir ir no show do Backstreet Boys *_______*
6. Qual é o seu maior fracasso?
Meu maior fracasso é quando termino o dia sem viver a experiência de ser EU.
7. Seu blog favorito.
Essa pergunta é difícil porque eu não tenho só um blog preferido, mas eu tenho vivido um caso de amor pelo Lomogracinha.
8. Sobre o que você gostaria de escrever mais no seu blog?
Não há um tema específico, só escrever mais.
9. Viajar, cozinhar ou cantar. Escolha uma e diga o por quê.
Não pode ser os três? Eu amo viajar, amo cozinhar e cantar é algo que está no meu sangue. Os três juntos parecem presente do gênio da lâmpada.
10. Deixe um conselho, um truque ou uma dica que seja uma das temáticas do seu blog ou um assunto de seu interesse.
Você não precisa ser um viciado em caderno como eu, só tenha um e escreva nele todos os dias. É a melhor coisa. E respire a vida lá fora.
11. Esperamos que você continue atualizando o seu blog. Sobre o que você irá falar nele?
Sobre tudo o que possa inspirar. Mas essa semana vou começar a postar sobre o Projeto Escrita Criativa.

É isso!

Abaixo os blogs que eu mais amo/sigo sempre que posso.


Aos blogs acima citados: vocês podem responder as perguntas que eu fizer, contar 11 fatos sobre vocês, os dois ou nenhum haha Fiquem a vontade! Eu escolhi fazer só as perguntas oficiais do prêmio, que são:

1. Por que você decidiu fazer um blog?
2. Quem você admira na blogsfera?
3. Em qual país gostaria de viver?
4. Por que você acha que lhe indicaram ao Liebster Award?
5. Qual é o seu maior êxito?
6. Qual é o seu maior fracasso?
7. Seu blog favorito.
8. Sobre o que você gostaria de escrever mais no seu blog?
9. Viajar, cozinhar ou cantar. Escolha uma e diga o por quê.
10. Deixe um conselho, um truque ou uma dica que seja uma das temáticas do seu blog ou um assunto de seu interesse.
11. Esperamos que você continue atualizando o seu blog. Sobre o que você irá falar nele?

Beijo

O Balé de Pássaros



"Meu irmão aceitou de ser a árvore daquele passarinho.
No estágio de ser essa árvore, meu irmão aprendeu de
sol, de céu e de lua mais do que na escola."
Manoel de Barros







16 de março de 2015

[Tag] Selo Blog Fofo


      A sumida apareceu e queria pedir desculpas pela ausência. É que eu estou entrando na terceira semana de um curso técnico e ainda estou me adaptando. 
    Mas eu cheguei! E cheguei chique com o meu primeiro selo, que recebi da Fernanda do blog Minhas Literariedades. Fiquei super feliz em receber meu primeiro selo e um tão fofo (parafraseando-o) :p



     Então agora eu tenho que selar 10 blogs que eu leio (e que eu amo), linká-los e segui-los e também claro, seguir e linkar o blog que me indicou.
          Pois bem, segue os blogs que eu sigo e que são fofos e me fazem muito bem!! (Pode ser 9 ? =X)

  1. O Castelo de Vidro
  2. O Barquinho Cultural
  3. Nosso Clube do Livro
  4. Entre Contos e Causos
  5. Lomogracinha
  6. Cante uma Canção
  7. Paradoxos
  8. 946 – poesia
  9. JornaBest
     Brigada, Fernanda. Fiquei feliz em estar entre os seus 10 indicados. Seus blogs me inspiram sem tamanho e você é uma fofa! #prontofalei ;)
     Aos blogs indicados, vocês fazem com que eu me sinta em casa. 


Um beijo e um queijo pra vocês!


12 de março de 2015

20 fatos sobre mim ou Sessão Nostalgia



Fonte: Desconhecida



  Quem pôde viver intensamente os anos 90 como eu =x pôde experimentar as maravilhas que essa década nos proporcionou.Uma dessas felicidades era um caderno de perguntas que eu adorava responder mas gostava muito mais quando respondiam o meu. :p
  Eh minha gente, a vida passa,a gente cresce  e a curiosidade cresce junto com a gente.hsuahs 
  A Leidiane d'O Castelo de Vidro me convocou indicou pra responder essas 20 perguntas sobre mim. 
   

1. Se acontecesse uma apocalipse zumbi, pra onde correria?

Me esconderia na bagunça do meu quarto onde ninguém me acharia, nem mesmo pessoas não-zumbis. :p



2. Se pudesse voltar no tempo, para algum século anterior. Qual seria?


Inicio do século 20.


3. Você achou o gênio da lâmpada: faça 3 pedidos.


a)Ter lucidez ao máximo pra que eu possa perceber cada fase da minha vida. b) fazer uma viagem de trem pela Europa. c) E um queijo minas que não pode faltar :p (é que eu só tenho dois desejos por enquanto.)


4. Qual o primeiro lugar que iria se pudesse se teletransportar?

Itália.

5. Escolha 1 único livro para ler o resto da vida


As Sandálias do Pescador de Morris West. 


6. Conte algo embaraçoso que fez quando era criança


Eu não agüentava chegar em casa e fazia xixi na roupa. Triste. Era muito raro não fazer. Seria muito mais fácil se eu fosse no banheiro na escola antes de vir! shuahs

7. Um sonho de consumo?


Show do Backstreet Boys


8. Se pudesses escolher uma língua pra aprender da noite pro dia, qual seria?  


Francês.


9. País onde não tem vontade de morar?


Japão.


10. Qual a tua sobremesa favorita?

Sou uma formiga de 1,78 m. Quase tudo me agrada, mas pode ser uma Mousse de Sonho Valsa.


11. Além de água, o que você beberia para o resto da vida?


Café.


12. Quem você gostaria que escrevesse a sua biografia?


Seria legal Manoel de Barros, mas tem que ser vivo neh? Pode ser John Green porque acho que ele entenderia meu lado nerd.

13. Qual o seu filme favorito e qual cena dele você gostaria de poder viver?

Eu não tenho filme preferido, mas escolho Cartas para Julieta e gostaria de viajar pela Itália como Sophie.


14. Qual personagem (de livro, série ou filme) gostaria de ter como amiga (o)?

Sky do livro Hopeless. Ou Sheldon Cooper da serie The Big Bang Theory hsuahs


15. Se você pudesse fazer voltar alguém que já morreu, quem você escolheria?


Meu pai.



16. Já se apaixonou perdidamente por algum personagem? Qual?


Apesar de viver intensamente todos os livros que leio nunca me apaixonei enlouquecidamente mas eu poderia ter uma queda pelo Will de Métrica ou Ridge de Maybe Someday.


17. Qual a última música que você escutou?


Home – Jess Glyne


18. Uma coisa que você disse que nunca faria, mas que acabou fazendo.


que não bagunçaria minhas coisas. :\


19. Se você tivesse que escolher uma estação para durar o ano inteiro, qual seria?


Primavera (mas a Primavera da época em que primavera era primavera e não verão).


20. Um momento, uma sensação e uma pessoa inesquecível.


Momento: eu sou muito sentimental então tudo se torna especial. Estou em duvida entre a primeira apresentação da escola da minha sobrinha Nara e a primeira vez que minha afilhada me chamou de madrinha. <3
Sensação: paz interior
Pessoa: Meu pai.


Ain gente! eu quero o meu caderno! :\ haha

beijo